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Série "Rio de Janeiro"
Exatos cem anos separam o olhar de Tarsila do Amaral da contemporaneidade urbana de Luis Prado. Em 1924, a obra "Morro da Favela" rompeu paradigmas ao colocar a periferia e a estética brasileira no centro do Modernismo.
Nesta série, Prado não apenas homenageia Tarsila; ele estabelece uma conversa visual entre a síntese geométrica do passado e a complexidade vibrante da metrópole atual. Enquanto Tarsila buscava a "brasilidade" em cores pastéis e formas suaves, Luis Prado mergulha nas texturas, nas sombras e na verticalidade que definem a silhueta da cidade hoje. Minha série é um convite para olhar o Rio não apenas como paisagem, mas como uma construção histórica de afetos, cores e contrastes que Tarsila já antecipava há um século.
Obras

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